O exame de Ressonância Magnética é mais uma das possibilidades no diagnóstico de Câncer de Mama precoce. O exame tem indicações precisas em principalmente dois casos: - como método de rastreamento, em conjunto com a mamografia anual, para mulheres com alto risco de desenvolver o câncer de mama; - para fornecer informações complementares com mais precisão, como o tamanho do tumor e a existência ou não de outros tumores na mama, para pacientes que já foram diagnosticadas com câncer de mama. Normalmente, não é necessária uma preparação especial antes da realização do exame. Porém, a paciente deve seguir as orientações recebidas no momento do agendamento. É importante lembrar que o aparelho da ressonância magnética funciona como um grande ímã, por isso, antes do exame, é necessário retirar todos os objetos metálicos, como grampos de cabelo, brincos, colares e piercings. Além disso, pacientes que sofrem de claustrofobia podem solicitar a realização do exame com sedação. Agora que você já sabe a importância da ressonância magnética das mamas, lembre-se: o diagnóstico precoce do câncer de mama é fundamental para um tratamento eficaz e menos invasivo, consulte um médico regularmente e não deixe de realizar seus exames de rotina. Diagnóstico precoce é a melhor solução. Sempre que precisar, conte com o nosso cuidado.
O psicólogo é um profissional de grande importância dentro de um hospital. Enfrentar uma doença vai além do tratamento da patologia em si, afinal, esse adoecimento muda a rotina do paciente e isso também exige um cuidado especial. É nesse sentido que a psicologia hospitalar tem um papel fundamental. A função do psicólogo hospitalar Enquanto o objetivo dos médicos é curar a doença, o psicólogo hospitalar auxilia os pacientes e seus familiares a lidarem com a situação, prevenindo a evolução de problemas psicológicos causados pela dificuldade enfrentada. Sua atuação é ampla, e varia de problemas mais simples até doenças graves, quando o tratamento traz uma debilidade maior. A principal ferramenta de trabalho do profissional da psicologia é a escuta, acolhendo o sofrimento e enxergando o paciente além do que diz no seu prontuário médico. Esse atendimento único e humanizado realizado pelos psicólogos tem uma grande contribuição para a recuperação dos pacientes e para a qualidade de vida deles e de seus familiares. As principais atividades de um psicólogo hospitalar, que pode atuar em ambulatórios, prontos atendimentos, unidades de internação e unidades de terapia intensiva, são: - acolhimento e suporte emocional aos pacientes e seus familiares; - identificação de possíveis dificuldades no tratamento médico; - identificação de recursos de enfrentamento da situação; - preparação psicológica para cirurgias; - auxílio no cuidado integral do paciente e no processo de cuidados paliativos; - preparação psicológica para alta hospitalar. A importância do psicólogo hospitalar na pandemia Como já falamos, o psicólogo hospitalar é importante em qualquer situação, mas na pandemia a atuação desse profissional se tornou essencial. O principal motivo é que os psicólogos auxiliam na diminuição dos quadros de ansiedade manifestados durante esse período. Além de atuar na fase de internação, eles também ajudam os pacientes a lidarem com as consequências emocionais do adoecimento. Além disso, o atendimento do psicólogo hospitalar não é apenas para os pacientes: eles são de grande importância para os profissionais da saúde, que também sofrem impactos na saúde mental. Nesse caso, sua função é observar a condição psicológica dos colegas, identificar possíveis sinais de burnout e até realizar intervenções em grupo, como a prática da resiliência, autoconhecimento e confiança no domínio técnico. Assim, em meio à pandemia, a função do psicólogo se tornou ainda mais importante do que já era, sendo fundamental para a mediação das relações entre pacientes e equipe de saúde e garantindo que o atendimento hospitalar seja cada vez mais humanizado, próximo e completo, contemplando a saúde física e a saúde mental. *Conteúdo revisado por Dra Klara Zoz de Souza - CRP 12/16332 - Psicóloga especialista em Saúde com ênfase em Alta Complexidade.
A COVID-19 é uma pandemia global que continua a causar significativa mortalidade e morbidade no mundo inteiro. Embora a maioria dos casos sejam leves, uma minoria de pacientes desenvolve um quadro de Síndrome Respiratória aguda grave, sendo esta a principal causa de óbito. Mas a infecção pelo Coronavírus pode também envolver múltiplos órgãos, entre eles o coração. Estudos preliminares têm demonstrado o acometimento cardíaco na COVID-19 de diversas formas, seja por inflamação direta pelo vírus, Miocardite, ou por inflamação sistêmica exacerbada do organismo (citocinas inflamatórias), ou mesmo por isquemia, levando ao infarto. Isto é especialmente relevante naquelas pessoas com os já conhecidos fatores de risco (doença cardíaca prévia, diabetes, hipertensão, obesidade, idoso). Exemplo de paciente com Miocardite pós COVID 19 onde a Ressonância Magnética evidencia inflamação ativa através das técnicas novas de MAPA T1 e MAPA T2 e pelo Realce tardio (LGE). Exames laboratoriais nesta fase, como a dosagem de troponina, têm sido utilizados para identificar algum grau de injuria do músculo cardíaco. Além disso, após esta fase aguda, muitos pacientes persistem com sintomas de cansaço e fadiga, o que tem sido chamado de Síndrome pós Covid-19, e que pode ter origem cardíaca e necessitam investigação. Atualmente com o exame de Ressonância Magnética Cardíaca, através de técnicas novas recentemente validadas como a MAPA T1, MAPA T2 e a já consagrada técnica do Realce Tardio, é possível identificar com acurácia todas as alterações cardíacas que podem ocorrer com a COVID-19, seja na fase aguda ou na fase crônica, muitas vezes não identificada com outros métodos diagnósticos. Estas técnicas só estão presentes nas máquinas de última geração, já disponíveis na Clínica Imagem, tendo sido incorporado na rotina do exame de Ressonância Cardíaca e utilizadas nesta pandemia, ajudando no diagnóstico do comprometimento cardíaco em inúmeros pacientes. Apesar das inovações no diagnóstico e no tratamento da infecção pelo Coronavírus 2 (SARS-COV2), ressaltamos que o mais importante são as medidas de prevenção como o distanciamento social, uso de máscaras, lavagem frequente das mãos com agua e sabão ou álcool 70% e a vacinação. Cuide-se, cuide de quem ama e faça a sua parte! por Dr. Evandro de Campos Albino CRM-5478 – RQE 3297
Hospital de Caridade, Clínica Imagem e Hospital Baía Sul celebram o nascimento de um dos maiores complexos de saúde do Estado A soma das histórias das três instituições de saúde que são referência em Santa Catarina marca o início de um projeto inovador na área de saúde no Estado. O Imperial Hospital de Caridade empresta seu nome à nova unidade do Hospital Baía Sul, instituição que integra a Hospital Care, holding que administra a Clínica Imagem e o Hospital Baía Sul. O projeto une a inovação e excelência em gestão do Hospital Baía Sul e da Clínica Imagem com a tradição de mais de dois séculos do Hospital de Caridade, que é a mais antiga instituição de saúde de Santa Catarina. A história começou no dia 5 de julho de 1782, quando a Irmandade do Senhor Jesus dos Passos estabeleceu a “Caridade dos Pobres”, com o objetivo de acolher e tratar os enfermos e os necessitados de Desterro e região, oferecendo remédios, alimentos e vestuário. Nesta mesma época, a instituição também planejava a construção de uma casa de saúde nos padrões de uma Santa Casa de Misericórdia para o atendimento dos enfermos carentes. Anos mais tarde, em 1º de janeiro de 1789, a Irmandade inaugurou o Hospital de Caridade, o primeiro hospital de Santa Catarina. A execução da obra contou com o trabalho voluntário do ilhéu, Irmão Joaquim do Livramento, que construiu o hospital com donativos. Entre o final do século 19 e durante o século 20, o hospital foi aumentando a sua estrutura física, investindo em novas tecnologias médico e científicas da época, para atender a crescente demanda por serviços de saúde da população catarinense. O Hospital de Caridade também foi responsável por dar vida à história da Clínica Imagem, que iniciou sua atuação nas dependências do hospital em 1994. Há mais de 25 anos atuando no mercado, a Clínica Imagem foi o primeiro centro de diagnóstico por imagem completo instalado em Santa Catarina, colocando Florianópolis em destaque pela modernidade e tecnologia em saúde. Atualmente, a Clínica Imagem conta com duas unidades, uma no Hospital Baía Sul e outra na SC 401, com mais de 240 colaboradores, entre eles os profissionais de assistência, equipes de atendimento e um corpo clínico composto por médicos radiologistas, anestesiologistas, cardiologistas e patologistas. Já em 2005, nascia o Hospital Baía Sul, que atua com procedimentos de alta complexidade, focando especialmente no paciente cirúrgico e se torna referência de amparo e atendimento à saúde para todas as complexidades em Santa Catarina. O Baía Sul hospital é o mais completo, integrado e sinérgico serviço de atendimento à saúde privado de Florianópolis. Em 2018, o Hospital Baía Sul e a Clínica Imagem passaram a fazer parte da administração da Hospital Care, com o objetivo de formar uma rede funcional e de qualidade na área da saúde suplementar, permitindo que as instituições aprimorassem os sistemas de gestão para novos investimentos, vislumbrando o crescimento. Um dos resultados deste trabalho foi a certificação canadense Qmentum, obtida pelo seu desempenho durante a pandemia, a certificação faz com que as duas instituições entrem para um seleto grupo de hospitais e instituições de saúde internacionalmente reconhecidos pela qualidade e segurança na área de saúde. Agora, em 2021, as três instituições somam suas histórias em busca da excelência médico-assistencial, com profissionais comprometidos no atendimento humanizado, resolutivo e de alta qualidade no tratamento da saúde e do bem-estar dos catarinenses.