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Doenças Respiratórias nas Crianças: como prevenir e cuidar com atenção

Doenças Respiratórias nas Crianças: como prevenir e cuidar com atenção   Atenção redobrada para a saúde infantil, especialmente nas estações mais frias As doenças respiratórias nas crianças são uma das principais causas de procura por atendimento pediátrico, especialmente no outono e inverno. De acordo com o Ministério da Saúde, infecções como bronquiolite, rinite, asma, pneumonia e resfriados são responsáveis por grande parte das internações pediátricas no Brasil. Portanto, entender os sinais, prevenir as complicações e saber quando procurar ajuda médica são passos fundamentais para garantir o bem-estar dos pequenos.   Por que as crianças são mais vulneráveis?   O sistema imunológico infantil ainda está em desenvolvimento. Por isso, as vias respiratórias das crianças são mais sensíveis a vírus, bactérias e mudanças de temperatura. Além disso, fatores como contato com outras crianças, ambientes fechados e exposição à poluição aumentam o risco de contágio. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, a maior incidência de doenças respiratórias ocorre entre 0 e 5 anos de idade, sendo mais comum em bebês que frequentam creches ou possuem histórico familiar de alergias respiratórias.   Principais doenças respiratórias em crianças   Conhecer as condições mais frequentes ajuda a identificar sintomas com mais clareza. Entre as principais doenças respiratórias na infância, estão: 1. Bronquiolite Causada, em sua maioria, pelo vírus sincicial respiratório (VSR); Muito comum em bebês com menos de 2 anos; Provoca chiado no peito, tosse, dificuldade para respirar e febre.   2. Asma Doença inflamatória crônica que provoca chiado, falta de ar e tosse seca; Pode ser desencadeada por alérgenos, mudanças de temperatura ou esforço físico.   3. Rinite alérgica Causa espirros, coriza, coceira no nariz e obstrução nasal; Frequentemente associada a fatores genéticos e ambientais.   4. Pneumonia Infecção nos pulmões causada por bactérias ou vírus; Sintomas incluem febre alta, tosse persistente, prostração e respiração acelerada.   Como prevenir doenças respiratórias nas crianças?   Embora nem sempre seja possível evitar todas as infecções, há formas eficazes de reduzir o risco e proteger a saúde respiratória infantil: Cuidados em casa: Ambiente arejado e livre de fumaça (inclusive cigarro e incensos); Higienização frequente de brinquedos, roupas e objetos; Evitar tapetes, cortinas pesadas e bichos de pelúcia, que acumulam ácaros; Umidificar o ar de forma natural (bacias com água ou toalhas úmidas no ambiente); Manter a criança bem hidratada.   Vacinação:   A vacinação é uma das principais formas de prevenção. O Programa Nacional de Imunizações oferece vacinas contra gripe (influenza), pneumonia e coqueluche, entre outras.   Alimentação saudável:   Uma alimentação rica em frutas, legumes e alimentos naturais fortalece o sistema imunológico.   Cuidados extras em creches e escolas: Estimular a lavagem frequente das mãos; Ensinar etiqueta respiratória (usar o antebraço ao tossir/espirrar); Manter a criança em casa quando estiver com sintomas gripais.   Quando procurar um médico?   A observação cuidadosa dos sintomas é essencial. Procure atendimento médico se a criança apresentar: Febre persistente; Tosse intensa ou chiado no peito; Falta de apetite; Dificuldade para respirar; Sonolência excessiva ou irritabilidade incomum. Casos graves devem ser avaliados o quanto antes, especialmente em bebês menores de 6 meses, que podem evoluir rapidamente para quadros mais sérios.   Quer saber mais sobre esse assunto? Então acompanhe em nosso Instagram: https://www.instagram.com/hospitaldecaridade/ Acompanhe nossas novidades no blog: https://blog.hospitalbaiasul.com.br/

Dia do Médico: Humanização em tempos de algoritmos e IA

É possível que pensemos na humanização na área da saúde em tempos de tecnologia avançada, algoritmos e inteligência artificial (IA)? Ou estas ferramentas afastam os médicos de seus pacientes e precarizam o atendimento? Ao longo dos anos o senso investigativo do ouvir, observar, palpar, e percutir, foi sendo potencializado por métodos complementares para diagnósticos cada vez mais acurados. Avanços no campo de análises clínicas, diagnóstico por imagem, medicina nuclear, patologia, genética, entre outras áreas, permitiram presenciarmos a tradução da incorporação tecnológica à prática médica. No campo da terapêutica, as intervenções outrora mutilantes se tornaram minimamente invasivas. E, talvez, a maior representação da tecnologia hoje seja representada pela cirurgia robótica, trazendo aos melhores hospitais o que só a imaginação e autores como Isaac Asimov poderiam crer há alguns anos. Se por um lado há a discussão de que pode haver um rompimento na relação médico-paciente, por outro, sabemos que a tecnologia bem utilizada encurta distâncias, contribui para o acesso ao atendimento, aproxima médicos entre si e entre equipes multiprofissionais focadas nas melhores práticas, permite melhores diagnósticos e tratamentos muitas vezes mais adequados. Precisamos estar atentos aos limites da sua utilização, pensando sempre na relação entre custo e benefício, buscando os melhores desfechos, com sustentabilidade, utilizando todos os recursos que as tecnologias têm a nos oferecer, de forma ética, transparente e centrada no paciente. Feitas estas considerações, gostaria de parabenizar a todos os colegas e amigos de profissão neste 18 de outubro, em que celebramos o Dia do Médico, por todo empenho e dedicação com que exercem a profissão diariamente. Que as ferramentas tecnológicas sejam encaradas como potencializadoras da qualidade do nosso trabalho Aspectos éticos e emocionais, como o afeto e a empatia, continuam sendo elementos importantes para um atendimento humanizado e de qualidade. A ideia é que o contato humano e a tecnologia se complementem. Assim, tanto os pacientes, quanto nós, médicos, só temos a ganhar.   - Rafael Klee Vasconcellos Diretor Técnico do Grupo Baía Sul e vice-presidente da UNICRED VALOR CAPITAL

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