Março Azul 2025: Prevenção e Diagnóstico Precoce do Câncer de Intestino O câncer de intestino, também chamado de câncer colorretal, é uma das doenças mais frequentes e letais no Brasil. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), essa neoplasia ocupa o terceiro lugar entre os tipos mais comuns e representa a segunda principal causa de morte por câncer no país. Além disso, a previsão para 2025 é alarmante: cerca de 46 mil novos casos devem surgir, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Diante desse cenário preocupante, a Campanha Março Azul 2025 reforça a importância da prevenção do câncer de intestino e do diagnóstico precoce do câncer de intestino. Por isso, falar sobre a doença e adotar hábitos saudáveis são passos fundamentais para reduzir os riscos e aumentar as chances de cura. Por que falar sobre o câncer de intestino? Muitas pessoas não sabem, mas o câncer de intestino, também conhecido como câncer colorretal, afeta mais de 45 mil brasileiros todos os anos. Ele se desenvolve no cólon, reto ou ânus e, muitas vezes, pode não apresentar sintomas em seus estágios iniciais. Por essa razão, a realização de exames preventivos é indispensável. A boa notícia é que, quando diagnosticado precocemente, o câncer de intestino pode ter até 90% de chance de cura. Dessa forma, quanto antes a doença for identificada, maiores são as possibilidades de um tratamento eficaz e menos invasivo. Fatores de risco Embora qualquer pessoa possa desenvolver a doença, alguns hábitos e condições aumentam significativamente as chances de ter câncer de intestino. Entre os principais fatores de risco, podemos destacar: Má alimentação: Dieta pobre em fibras e rica em gorduras saturadas; Sedentarismo: Falta de atividade física regular contribui para o desenvolvimento da doença; Uso excessivo de álcool e tabaco: O consumo frequente dessas substâncias pode aumentar o risco; Excesso de peso e obesidade: Estão diretamente ligados a diversas doenças, incluindo o câncer de intestino; Idade avançada: Pessoas com mais de 50 anos devem redobrar a atenção; Histórico familiar: Ter parentes com câncer colorretal aumenta as chances de desenvolver a doença; Antecedentes pessoais: Quem já teve câncer de ovário, útero ou mama pode ter um risco maior. Portanto, manter um estilo de vida saudável e realizar exames periódicos são atitudes essenciais para a prevenção. Sintomas que merecem atenção O câncer de intestino pode ser silencioso no início, mas alguns sinais indicam a necessidade de buscar ajuda médica: Alterações persistentes no funcionamento do intestino (diarreia ou constipação); Sangue nas fezes; Perda de peso sem explicação; Gases excessivos e cólicas frequentes; Sensação de intestino cheio, mesmo após evacuação; Vômitos ou náuseas recorrentes. Se perceber qualquer um desses sintomas, é essencial procurar um médico o quanto antes. Afinal, quanto mais cedo o diagnóstico for feito, maiores são as chances de um tratamento bem-sucedido. A importância do diagnóstico precoce Muitas pessoas não sabem, mas detectar o câncer de intestino precocemente pode aumentar as chances de cura para até 90% dos casos. Para isso, exames regulares são fundamentais, especialmente para quem está dentro do grupo de risco. Os principais exames incluem: Teste FIT – identifica sangue oculto nas fezes, um dos primeiros sinais da doença; Colonoscopia – exame de imagem que permite visualizar o intestino internamente e detectar lesões suspeitas. Tratamento e acompanhamento Se o câncer de intestino for diagnosticado, o tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou terapia biológica, dependendo do estágio da doença. Além disso, mesmo após a cura, o acompanhamento médico é essencial para monitorar possíveis reaparecimentos. Previna-se! A melhor forma de evitar o câncer de intestino é adotando hábitos saudáveis. Veja algumas práticas recomendadas: Mantenha uma alimentação equilibrada, rica em fibras e pobre em gorduras saturadas; Pratique atividades físicas regularmente; Evite o consumo excessivo de álcool e o tabagismo; Realize exames preventivos periodicamente. O Março Azul reforça a importância do autocuidado e da saúde intestinal. Converse com seu médico, compartilhe essas informações e ajude a conscientizar mais pessoas. Afinal, quanto antes o câncer de intestino for diagnosticado e tratado, maiores são as chances de cura. Saiba mais sobre a campanha em: www.marcoazul.org.br Acompanhe nossas novidades no blog: https://blog.hospitalbaiasul.com.br/
Março Amarelo: Conscientização sobre a Endometriose A endometriose afeta cerca de 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva, segundo o Ministério da Saúde. No entanto, muitas ainda enfrentam anos de dor e desconforto antes de receberem um diagnóstico correto. Por isso, o Março Amarelo surge como um momento essencial para conscientizar, educar e incentivar o diagnóstico precoce dessa condição que impacta profundamente a qualidade de vida das mulheres. O que é a endometriose? A endometriose ocorre quando um tecido semelhante ao endométrio – que reveste o útero – cresce fora dele. Assim, pode atingir órgãos como ovários, trompas, bexiga e até o intestino. Esse tecido, porém, se comporta como o endométrio normal, mas não consegue ser eliminado pelo organismo. Como consequência, a doença causa inflamação, dor intensa e, em alguns casos, infertilidade. Principais sintomas da endometriose Os sintomas podem variar de mulher para mulher. Entretanto, os mais comuns incluem: Cólica menstrual intensa que interfere nas atividades diárias; Dor durante as relações sexuais; Fluxo menstrual intenso ou irregular; Dor ao urinar ou evacuar, especialmente durante o período menstrual; Fadiga e sintomas gastrointestinais, como inchaço e diarreia; Dificuldade para engravidar. Como a endometriose é diagnosticada? O diagnóstico da endometriose pode envolver vários exames. Em primeiro lugar, o médico pode solicitar um ultrassom transvaginal com preparação intestinal. Além disso, a ressonância magnética também é uma ferramenta importante. Em alguns casos, a videolaparoscopia é indicada, pois permite visualizar e tratar os focos da doença. Tratamentos para endometriose O tratamento da endometriose pode ser clínico ou cirúrgico. O tratamento clínico, por exemplo, envolve medicamentos hormonais que ajudam a aliviar os sintomas. Por outro lado, em casos mais graves, pode ser necessária a intervenção cirúrgica. Entre as abordagens mais modernas, destaca-se a cirurgia robótica, que oferece mais precisão na remoção dos focos da doença, além de proporcionar um menor tempo de recuperação e menos riscos para a paciente. Por que o Março Amarelo é tão importante? Muitas mulheres convivem com a dor sem saber que têm endometriose. Por isso, o Março Amarelo reforça a importância de buscar informação e atendimento médico especializado. Afinal, quanto mais cedo a doença for identificada, melhores serão as chances de controle dos sintomas e preservação da fertilidade. Se você ou alguém que conhece sofre com dores menstruais incapacitantes ou outros sintomas da endometriose, não ignore. Procure um médico e compartilhe essa informação para ajudar mais mulheres a terem um diagnóstico e tratamento adequados! Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/endometriose/ Para acompanhar todas as nossas novidades, fique de olho em nosso blog: https://blog.hospitalbaiasul.com.br/
Você sabia que os casos de AVC aumentam com a chegada do inverno? São muitos os fatores que contribuem para isso, como a contração dos vasos sanguíneos, o aumento da viscosidade do sangue e a desidratação. Por isso, reconhecer os sinais de alerta e entender os riscos associados ao frio são essenciais para prevenir e garantir um inverno seguro e saudável. Neste conteúdo, você vai descobrir tudo sobre a relação frio e AVC, aprender a identificar os sintomas, os grupos mais vulneráveis e conhecer medidas preventivas que podem salvar vidas. Sintomas e sinais de alerta: como reconhecer um AVC Também conhecido como derrame, o AVC (Acidente Vascular Cerebral) é uma condição médica grave que acontece quando o fluxo sanguíneo do cérebro é reduzido ou interrompido. Na prática, é uma emergência médica que requer atendimento imediato. Por isso, reconhecer os sinais de alerta é essencial para minimizar os danos e aumentar as chances de recuperação. Entre os principais sintomas, podemos destacar: - Dormência ou fraqueza repentina em um lado do corpo; - Dificuldade para falar ou entender o que os outros estão dizendo; - Falta de coordenação motora; - Visão turva ou perda de visão; - Dor de cabeça repentina e sem causa aparente; - Tontura, desequilíbrio ou náusea, É importante lembrar que, em alguns casos, os sintomas podem ser leves ou até mesmo desaparecer rapidamente, dificultando o diagnóstico do AVC. Perigo silencioso: aumento do AVC em dias frios Junto do frio intenso, o inverno pode trazer um perigo silencioso para a saúde: o aumento do risco de AVC. Estudos demonstram um crescimento exponencial nos casos de AVC durante os meses de inverno, o que torna a prevenção uma medida essencial para proteger a saúde. Mas, afinal, por que o frio aumenta o risco de AVC? Listamos os principais fatores que contribuem para essa relação: Queda da pressão arterial O frio causa a contração dos vasos sanguíneos, levando à queda da pressão arterial. Isso pode ser perigoso para pessoas com hipertensão ou demais doenças cardíacas. Aumento da viscosidade do sangue O frio também aumenta a viscosidade do sangue, dificultando a circulação e aumentando o risco de coágulos sanguíneos. Desidratação O frio pode levar à desidratação, que também aumenta o risco de coágulos. Grupos vulneráveis ao risco de AVC no frio O frio pode ser um fator de risco de AVC ainda maior para determinados grupos de pessoas. Entre elas, devemos destacar: Idosos Acima de 65 anos, o risco de AVC aumenta significativamente. Hipertensos Pessoas com pressão alta apresentam maior risco de AVC em geral, e o frio pode agravar a situação. Portadores de doenças cardíacas Portadores de doenças como arritmias cardíacas, insuficiência cardíaca ou doenças valvulares cardíacas também apresentam maior risco de AVC no frio. Diabéticos O diabetes também é fator de agravamento para doenças cardíacas e AVC no frio. Fumantes Sabemos que o tabagismo é um dos principais fatores de risco para doenças como o AVC, agravando ainda mais com a chegada do inverno. Prevenção: medidas simples para evitar o AVC no inverno Embora o frio seja um fator de risco, medidas simples podem proteger e garantir um inverno seguro e saudável. Por isso, separamos algumas dicas essenciais que devem ser colocadas em prática não só durante o inverno, mas em todas as estações do ano. Mantenha-se sempre aquecido Use roupas adequadas, proteja-se do vento e umidade, evitando mudanças bruscas de temperatura. Controle a pressão arterial Monitore regularmente a pressão e siga as orientações médicas em casos de hipertensão. Beba muita água A hidratação é essencial para a saúde e também ajuda a prevenir a formação de coágulos sanguíneos. Não fume O tabagismo é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, e deve ser evitado a todo custo. Tenha uma alimentação saudável Consuma alimentos nutritivos como frutas, legumes, verduras e grãos integrais, evitando excesso de sal, gorduras saturadas e açúcares. Pratique exercícios físicos regularmente A atividade física regular ajuda a controlar a pressão arterial, o colesterol e o peso corporal, além de fortalecer o coração e melhorar a circulação sanguínea. Em caso de sintomas, conte com o Pronto Atendimento 24h O AVC exige atendimento imediato e especializado, visando minimizar problemas e possíveis sequelas que possam surgir. Por isso, se você ou alguém próximo apresentar qualquer um dos sintomas mencionados, busque ajuda médica imediatamente. Previna-se e não deixe o AVC acontecer! Caso identifique algum dos sinais mencionados, conte com o Pronto Atendimento 24h do Baía Sul! Estamos prontos para atendê-lo a qualquer hora do dia ou da noite, com toda qualidade e rapidez que a situação exige.
No mês de julho, uma causa importante ganha destaque na área da saúde: a conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço. O "Julho Verde" é uma campanha dedicada a conscientizar e alertar a população sobre essa doença, que afeta diversas regiões do corpo, como boca, garganta, nariz, seios paranasais, laringe e glândulas salivares. O câncer de cabeça e pescoço é um termo utilizado para descrever um grupo de cânceres que se originam nessas áreas do corpo. Pode afetar estruturas vitais, como a boca, língua, amígdalas, faringe, laringe e glândulas salivares. O tabagismo e o consumo excessivo de álcool são fatores de risco conhecidos para o desenvolvimento dessa doença, mas o vírus do papiloma humano (HPV) também tem se mostrado uma causa importante, principalmente para casos de câncer de garganta. O principal objetivo do “Julho Verde” é promover a conscientização sobre os sintomas, fatores de risco, métodos de prevenção e a importância do diagnóstico precoce. É essencial que a população esteja ciente dos sinais e sintomas desse tipo de câncer, como feridas que não cicatrizam, manchas brancas ou vermelhas na boca, dor persistente na garganta, rouquidão e alterações na voz. Além disso, a realização regular de exames de rotina, a visita ao dentista e o acompanhamento médico, são medidas fundamentais para identificar possíveis alterações precocemente Alguns sintomas e sinais de que é hora de procurar orientação médica: Manchas brancas ou avermelhadas na boca, que podem ser acompanhadas de dor e sangramento; Feridas na boca que não cicatrizam; Nódulo no pescoço, que pode ser sentido ao apalpar; Rouquidão e/ou alteração na voz por mais de 15 dias; Dor de garganta que persiste mesmo com medicamentos; Tosse persistente; Dor ou dificuldade para engolir e/ou respirar; Dor no ouvido; Dor de cabeça. Ao aparecimento de algum sintoma, o médico realizará uma avaliação clínica minuciosa e examinará os indícios e manifestações clínicas. Há também outros exames complementares que o médico pode solicitar para auxiliar no diagnóstico. Esses exames incluem: Ultrassonografia, Tomografia computadorizada e Ressonância magnética. O tratamento para o câncer de cabeça e pescoço pode envolver cirurgia, radioterapia, quimioterapia e imunoterapia, dependendo do estágio da doença e de outros fatores individuais. É importante lembrar que, mesmo após o tratamento, é necessário um acompanhamento médico contínuo e adotar um estilo de vida saudável, abandonando o tabagismo e o consumo excessivo de álcool. A detecção precoce do câncer de cabeça e pescoço apresenta aproximadamente 80% de probabilidade de sucesso no tratamento. Portanto, é de extrema importância buscar a orientação de um médico especializado ao perceber qualquer sinal ou sintoma nesta área do corpo.