Dia Nacional do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional: você conhece a Terapia Intensiva do Hospital Baía Sul?

O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional são profissionais de reabilitação que ajudam a restaurar funções motoras e as habilidades de seus pacientes. Os dois profissionais trabalham de forma complementar em busca de qualidade de vida e manutenção da saúde. Quando aliados, podem otimizar o tratamento do paciente trazendo resultados mais rápidos e satisfatórios. A fisioterapia se utiliza do movimento para recuperação, e a terapia ocupacional se utiliza da atividade da vida diária e prática como forma de reabilitação, por isso movimento e função se complementam.  O Hospital Baía Sul possui uma equipe de fisioterapeutas especializados em Terapia Intensiva, que utilizam recursos e técnicas com o objetivo de melhorar a capacidade funcional geral dos pacientes e restaurar sua independência respiratória e física, diminuindo o risco de complicações associadas à permanência no leito. De acordo com as orientações do fisioterapeuta Dr. Glycon de Castro, o acompanhamento se faz necessário nas mais diversas condições clínicas, “como pacientes submetidos a cirurgias, doenças neurológicas, pulmonares, entre outros”. Recursos como eletroestimulação, exercícios terapêuticos com utilização de bola, pesos, halteres e cicloergômetro são utilizados para auxiliar no processo de reabilitação dos pacientes internados na UTI.  Além disso, é feito todo o gerenciamento e monitorização dos pacientes em ventilação mecânica invasiva e não invasiva. Conforme regulamentação, o serviço é estendido por 18 horas diárias. Conheça um pouco mais sobre a atuação do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional:   Fisioterapeuta O fisioterapeuta é capacitado para prevenir e reabilitar física e funcionalmente as pessoas. Com técnicas como ginástica, exercícios e massagens, o profissional faz terapias para tratar doenças e lesões e restaurar, desenvolver e manter a capacidade física do paciente.   Terapeuta Ocupacional Esse profissional tem papel fundamental na reabilitação de pessoas com dificuldade de inserção ao convívio social, seja por problemas físicos, mentais ou emocionais. O terapeuta ocupacional acompanha o desenvolvimento do paciente e sua adaptação ao tratamento, com atividades do dia a dia ou exercícios físicos.   Conteúdo produzido em conjunto com o Dr. Glycon de Castro -  Fisioterapeuta especializado em avaliação, diagnóstico e tratamentos das articulações.   

Conheça o Baía Sul Centro Médico

O Baía Sul Centro Médico é um consultório com aproximadamente 19 especialidades clínicas, que oferece cuidado completo, do acompanhamento ambulatorial ao desfecho clínico. Com uma estrutura integrada ao Hospital Baía Sul e à Clínica Imagem, localiza-se no 3º andar do bloco A e têm 4 amplos consultórios com uma sala para pequenos procedimentos. Estamos sempre preparados para acolher você e dedicar todos os cuidados que sua saúde merece, com conforto, agilidade e segurança. No Baía Sul Centro Médico você encontra um corpo clínico formado por médicos do próprio Hospital Baía Sul. Veja abaixo quais as nossas especialidades: Bucomaxilo Dr. Jonathas Daniel Paggi Claus (CRO 7964) Dr. Matheus Spinella (CRO 14187) Dr. Hugo Lopes (CRO 19680) Cirurgia de Cabeça e Pescoço Dr. Acklei Viana (CRM 11656) Dra. Gabriele Brito (CRM 25556) Dra. Kamilla Schmitz Nunes (CRM 23853) Cardiologia Dr. João Pedro de Oliveira Vianna (CRM 21995) Dr. Gustavo Henrique Bregagnollo (CRM 21929) Cirurgia Geral Dr. Eden Edimur Rossi Junior (CRM 6105) Dr. Nicholas Tavares Kruel (CRM 15636) Cirurgia Geral, Aparelho Digestivo e Bariátrica Dr. Rodrigo Padilha Tomba (CRM 24140) Dr. Jeferson Jose Diel (CRM 7395) Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo - Nutrição Parenteral e Enteral Dra. Alessandra Miguel Borges Livieira (CRM 18513) Cirurgia Oncológica Dra. Karine Perin Fernandes (CRM 13874) Cirurgia Geral e Pequenos Procedimentos Dr. George Herbert Jones Santos (CRM 24481) Dr. Marcelo Borgonovo Santos (CRM 21275) Dr. Victor Fabricio de Moraes Rosset (CRM 18108) Dr. Wilmar de Athayde Gerent (CRM 2615) Cirurgia Torácica Dr. Daniel Di Pietro (CRM 5314) Dr. Maurício Pimentel (CRM 19059) Clínica Médica Dra. Mylla Regina Carneiro Santos (CRM 30804) Dermatologia Dra. Angélica Seidel (CRM 25122) Endocrinologia Dra. Priscila Ap. Martins Goulart (CRM 15663) Hematologia e Hemoterapia Dra. Aline Cristina Pinho de Morais (CRM 23674) Mastologia Dr. Adriano Meira Oliveira (CRM 20363) Dra. Clarissa S. Ferreira Amaral (CRM 24264) Neurologia Dra. Gabriela Baron (CRM23829) Dr. Rafael Gustavo Sato Watanabe (CRM 24868) Ortopedia Geral / Mão Dr. Lucas Delunardo Acerbi (CRM 28636) Ortopedia - Joelho e Medicina Esportiva Dr. Cássio Alves Konrath (CRM 19344)} Pneumologia Dra. Patrícia Luise Costa de Freitas (CRM 22305) Reumatologia Dra. Luiza Bueno Zeni (CRM 20741) Urologia Dr. Flávio Vieira Moraes (CRM 11872) Dr. Gabriel Slongo dos Santos (CRM 16767) Dr. Marcelo Schneider Goulart (CRM 16744) Dr. Paulo Amaral (CRM 23687) Estes são os planos atendidos pelo Baía Sul Centro Médico:   BRADESCO SAÚDE - Somente Especialidades: Bucomaxilo, Cirurgia Geral, Clínica Médica, Mastologia, Neurocirurgia, Oropedia e Urologia. UNIMED: Verificar médicos cooperados. Acreditamos que humanizar o atendimento é mais que nos colocarmos no lugar do outro: é colocar a vida no centro de tudo. Aqui somos “Especialistas em cuidar de você!” Rua Menino Deus, 63 – Bloco A – Sala 319 – Centro – Florianópolis/SC

Setembro Amarelo: Mês de Prevenção ao Suicídio

A campanha Setembro Amarelo tem o objetivo de promover informações sobre saúde mental e prevenção do suicídio, um problema sério de saúde  no Brasil e no mundo. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 800 mil pessoas tiram a própria vida por ano no mundo. No Brasil, são cerca de 12 mil pessoas por ano, o que significa um suicídio a cada 46 minutos.  Entre as principais causas estão a depressão, o transtorno bipolar e o abuso de drogas. Na pandemia, outras questões que afetam a saúde mental vieram à tona, como os problemas familiares, o medo da doença, a incerteza em relação à economia, a solidão e o afastamento de atividades de lazer. Ainda não há dados precisos sobre o impacto da pandemia e do isolamento social nos números de suicídios. Porém, uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Psiquiatria revelou que 89,2% dos especialistas entrevistados destacaram o agravamento de quadros psiquiátricos em seus pacientes durante a pandemia. O primeiro passo para mudar essa realidade, durante e após a pandemia, é a informação. Por isso, continue a leitura e saiba mais sobre esse problema, a importância do apoio familiar e dos amigos e, principalmente, do acompanhamento profissional.   Como identificar comportamentos e prevenir o suicídio De acordo com a OMS, 90% dos casos possíveis de suicídio podem ser prevenidos. Na maioria das vezes, os sintomas são silenciosos, mas existem alguns detalhes que podemos prestar atenção. Entre os principais sinais de comportamento suicida estão:   falar muito sobre a própria morte e demonstrar desesperança em relação ao futuro; usar expressões que manifestam intenções suicidas, como “vou desaparecer”, “vou deixar vocês em paz”, “eu queria dormir e nunca mais acordar” e “não aguento mais”; reduzir as interações: não atender o telefone, não responder mensagens e preferir ficar isolado; apresentar grandes mudanças de humor: estar eufórico em um dia e profundamente desanimado em outro, por exemplo; começar a se despedir de amigos e familiares como se não fosse vê-los novamente.   Nesses casos, é importante conversar com a pessoa de forma aberta, respeitosa e empática, praticando a escuta ativa, para que ela sinta que está realmente sendo ouvida e compreendida. Não é possível prever com certeza se uma pessoa vai ou não tirar a própria vida, mas estar atento ao comportamento das pessoas à sua volta e não ignorar sinais que podem ser pedidos de ajuda faz toda a diferença.    Por que é importante ter um acompanhamento profissional? Além do apoio de amigos e familiares, outro fator muito importante do cuidado com a saúde mental é o acompanhamento profissional. Psiquiatras e psicólogos podem oferecer outras perspectivas e ajudar no desenvolvimento de habilidades emocionais para administrar os sofrimentos. Entre os principais benefícios da psicoterapia estão:   alívio da angústia e do sofrimento, por meio da elaboração de estratégias para lidar com os sentimentos; identificação da origem de sofrimentos e comportamentos e a melhor maneira de mudá-los ou, ao menos, amenizá-los; autoconhecimento; é um espaço seguro para desabafar e expressar sentimentos, sem medo de julgamentos.   Infelizmente, ainda existe preconceito em relação à psicoterapia, e muita gente acaba não procurando ajuda quando passa por um momento difícil. Por isso, é importante lembrar que psicoterapia não é “coisa de louco” e não é apenas para conversar. Afinal, assim como não há sentido em suportar uma dor física, ninguém precisa aguentar uma dor mental. Procurar ajuda profissional é o melhor caminho.    Cuide da sua saúde mental e preste atenção nas pessoas ao seu redor. Se precisar de ajuda, ligue para o CVV (Centro de Valorização da Vida), pelo número 188. O CVV tem voluntários treinados para conversar com pessoas que estejam passando por dificuldades e pensando em tirar a própria vida.

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